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Escola Eça de Queirós: Segurança


Segurança e Resiliência na Escola Secundária Eça de Queirós



Escola Eça de Queirós
 
 
Plano de Segurança e medidas de prevenção e proteção em situações de emergência

Esta página tem como principais objectivos a divulgação do Plano de Segurança da Escola Secundária Eça de Queirós e proporcionar informação diversa sobre os riscos e as medidas de prevenção para enfrentar eficazmente as situação de emergência, não só na escola como também noutros contextos.

Pretende-se assim contribuir para uma consciencialização e sensibilização da comunidade escolar, optimizando-se atitudes e comportamentos face aos riscos, possibilitando a construção de uma cultura de segurança e tornando-a numa comunidade mais consciente e resiliente aos riscos.

Para se criar uma cultura de prevenção na sociedade é necessário um elevado grau de consciencialização, compromisso e participação pública, de modo a reduzirem-se as perdas e os danos pela minimização da exposição aos perigos. Os indivíduos, as comunidades e a sociedade em geral, têm a capacidade para fazer face aos riscos e aos perigos, constituindo os agentes decisores quanto ao nível de risco a que estão expostos.

A educação constitui um factor essencial nas estratégias de redução dos factores de risco. O investimento nos recursos humanos através do aumento da proficiência e desenvolvimento de competências individuais, institucionais e da própria sociedade, revela-se a médio e longo prazo como o meio mais eficaz na redução das vulnerabilidades. A experiência demonstrou os efeitos positivos da educação na redução do risco; as sociedades instruídas, familiarizadas e preparadas para os acidentes demonstram que a educação pode contribuir de forma determinante para a sua protecção nos momentos de gestão das crises.

Nesse sentido, devem ser criadas condições que permitam minimizar as consequências de eventuais acidentes, sendo portanto fundamental que se desenvolvam na comunidade escolar hábitos de segurança, fornecendo formação e treino sobre comportamentos preventivos e as atitudes a adoptar em situação de perigo.

Em contexto escolar, o factor decisivo para uma resposta adequada à emergência encontra-se na preparação e prevenção antecipadas. Para tal, é necessário desenvolver toda uma série de atividades, incluindo conceber e aplicar planos de segurança, realizar exercícios frequentes e adequadas acções de formação e de sensibilização, tanto internos como em colaboração com as entidades de protecção civil locais e municipais.

O Plano de Segurança, concebido a partir das caraterísticas físicas e humanas da Escola Secundária Eça de Queirós, constitui um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional face à emergência; sensibilizar e informar a comunidade escolar sobre os fenómenos perigosos e sobre os riscos a que está exposta, dar a conhecer os meios existentes para os enfrentar e o modo mais eficaz de actuar em situação de emergência.

Uma comunidade escolar informada, sensibilizada e capacitada para fazer face às situações de risco, estará melhor preparada para uma atuação adequada, quer relativamente à sua própria segurança, quer na participação e colaboração com as estruturas de apoio definidas.

André Machado



Plano de Segurança da Escola Secundária Eça de Queirós

Constituem objetivos principais:
  • Proporcionar à comunidade educativa um nível de segurança eficaz, preparando e organizando os recursos existentes (humanos e materiais), a fim de se limitarem as perdas materiais e os danos pessoais pela minimização da exposição aos perigos;
  • Sensibilizar toda a comunidade escolar para a sua própria segurança e para a necessidade de conhecer e treinar procedimentos de autoprotecção em caso de acidente, co-responsabilizando-a no cumprimento das normas de segurança definidas.

Consulte o Plano de Segurança (simplificado)

A legislação que regulamenta a segurança face aos riscos de incêndio e sismo em edifícios escolares considera a segurança nas escolas uma preocupação comum a todos os membros da Comunidade Escolar (CE), obrigando ao cumprimento de um conjunto de normas e procedimentos de segurança de onde se destaca a realização de exercícios internos de evacuação das instalações.

Os principais objectivos destes exercícios são:
  • Adquirir práticas e rotinas adequadas em situações de emergência (nomeadamente incêndio e sismo).
  • Testar os percursos de evacuação.
  • Testar a organização das equipas de intervenção.
  • Corrigir erros.

Tal como previsto no Plano de Segurança, durante o exercício de evacuação devem ser cumpridas as seguintes regras ao ouvir-se o sinal de alarme (toque prolongado):
  • Os alunos deverão sair da sala em fila indiana, liderados pelo “chefe de fila” (a eleger em cada turma – normalmente é o delegado de turma e o seu substituto, o sub-delegado), em passo apressado.

  • Ponto de Encontro
    Localização da escola, percursos de evacuação e Ponto de Encontro

  • O Professor mantém a porta aberta durante a saída de todos os alunos, sendo o último a abandonar a sala. Fecha a porta, seguindo depois na cauda da coluna - “cerra-fila”.
  • Ninguém deve permanecer junto das portas de saída e em caso algum se deve permitir que algum aluno volte atrás.
  • Em fila indiana, utilizar o percurso mais curto até à saída do edifício, aceitando as indicações dos “sinaleiros” (Assistentes e/ou Professores).
  • Localização da escola secundária Eça de Queirós, percursos de evacuação e Ponto de Encontro
  • Localização da escola secundária Eça de Queirós, percursos de evacuação e Ponto de Encontro
  • Dirigir-se ao Ponto de Encontro (relvado entre a R. Cidade Benguela e a Av. Cidade de Luanda), pelos percursos indicados, mantendo-se as turmas em fila indiana.
  • Ninguém deverá abandonar o Ponto de Encontro até indicação da Equipa de Segurança que comprovará junto de cada Professor, responsável pelos seus alunos, se estão todos presentes.
  • Após a confirmação da completa evacuação dos edifícios, a Diretora dará por concluído o exercício de evacuação, regressando todos os participantes à escola pelos mesmos percursos antes utilizados

Veja o vídeo: Evacuação de uma escola em situação de emergência (Departamento de Proteção Civil – Câmara Municipal de Lisboa)


Riscos

  1. Risco Sísmico
  2. Um sismo é uma vibração brusca da superfície terrestre. Epicentro, Hipocentro e Falha Tectónica É o resultado de movimentos das placas litosféricas ou da atividade vulcânica.

    O local onde é gerado denomina-se foco sísmico ou hipocentro. O epicentro fica em linha recta na superfície, sendo o local onde o sismo é sentido com maior intensidade.

    Para quantificar um sismo existem duas grandezas: a magnitude e a intensidade. A magnitude está relacionada com a energia libertada por um sismo, enquanto os estragos causados indicam a sua intensidade. Assim por cada sismo existe uma magnitude, mas várias intensidades. Quanto mais longe do epicentro menores são os seus efeitos, pois existe uma progressiva perda de energia.

    A Escala de Richter indica valores de magnitude e a Escala de Mercalli os de Intensidade. Para mais informação sobre estas duas escalas, ler Como os terramotos são medidos?

    Desdobrável A possibilidade de existir um sismo na cidade de Lisboa é real. Existem medidas de prevenção e de atuação a tomar em caso de sismo que, pela sua importância, devem ser conhecidas e divulgadas. (Consulta também o Plano de Segurança da escola na página 14).

    Ver também aqui:

  3. Risco de incêndio
  4. Incêndio Incêndios na Escola: como proceder? Informa-te para saberes como atuar em caso de incêndio na escola. (Consulta também o Plano de Segurança da escola na página 14).

    Ver também aqui:

    Incêndios em casa: prevenção e autoproteção

    A maioria dos incêndios em casa dá-se devido a problemas com a rede elétrica, rede de gás ou fontes de calor. A cozinha é o local onde muitos incêndios têm origem. Informa-te para saberes como atuar e prevenir um incêndio em tua casa.

    Ver aqui:

  5. Risco de inundações
  6. Chuva forte Uma inundação pode ser originada por chuvas intensas; quando os rios alagam as suas margens; as ondas do mar invadem a terra; a neve derrete rapidamente e os diques ou barragens deixam de ter capacidade para reter mais água.

    Vê aqui como proceder em caso de inundação:

  7. Risco de Tsunami
  8. Tsunami O termo japonês Tsunami significa “onda de porto” e designa as ondas gigantes provocadas por sismos submarinos, erupções vulcânicas, queda de meteoritos e deslizamentos de grandes placas de gelo e de rocha.Devido principalmente aos sismos submarinos, existe em toda a costa portuguesa o risco de inundações do litoral provocado por ondas de tsunami, nomeadamente na costa do Alentejo e do Algarve.

    Consulta o folheto informativo sobre como proceder em caso de sismo e provável ocorrência de tsunami

    Para mais informação sobre as ondas de tsunami aceder a esta página da Wikipédia.

    Se tiveres alguma dúvida sobre as regras e procedimentos de segurança, dirige-te a um professor; também podes aceder à página da Alta Autoridade para a Protecção Civil, onde encontras mais informação sobre os diversos riscos.