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Escola Parque das Nações: Enquadramento


O Estado Português e a Parque Expo celebraram em 4 de Setembro de 2009, um contrato que tinha por objeto, entre outros, a prestação de serviços de coordenação e gestão da operação de construção da Escola Básica Integrada da zona sul do Parque das Nações.

Posteriormente, em 13 de Maio de 2010, foi celebrado um acordo de Revogação, tendo o Estado Português passado a assumir todos os procedimentos de contratação pública no âmbito do projeto em referência.

Cumpre ainda esclarecer que o projeto foi concebido com o objetivo da edificação das instalações escolares em 2 fases distintas. Na 1ª fase foram garantidas as instalações escolares para o Jardim de Infância e para o 1º Ciclo, prevendo a 2ª fase a concretização das instalações dos 2º e 3º Ciclos.

Escola Eça de Queirós
 
 
A Escola Básica Integrada do Parque das Nações foi, assim, edificada com os contributos da Parque EXPO, DRELVT e CML e consumou um legítimo anseio da população do Parque das Nações.

Este estabelecimento de educação e ensino que foi devidamente apetrechado, mediante o empenho, esforço, apoio e participação das entidades envolvidas, numa primeira fase, está a funcionar apenas com Pré-Escolar e 1º Ciclo.

Previa-se que, posteriormente, o atual edifício fosse ampliado, passando a funcionar, também os 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, com 38 salas de aula e um total previsto de quase 1000 alunos.

Contudo, e ainda que a comunidade educativa e a autarquia tivessem desenvolvido algumas diligências no sentido de pressionar a construção da segunda fase, todas se mostraram infrutíferas.

A certa altura, tornou-se claro que apesar da verba estar prevista em orçamento de estado e de a Câmara Municipal de Lisboa estar disponível para realizar a obra, a segunda fase não iria acontecer – pelo menos a curto prazo. Por um lado, a crise económica que o país atravessou assim o impunha; por outro, questões relacionadas com a propriedade do terreno e o decréscimo da população estudantil e o número de escolas secundárias com 3º ciclo nas imediações do Parque das Nações, assim o determinaria.

Quando a primeira coorte que ingressou na escola do Parque das Nações concluiu o 1º ciclo, tornou-se imperativo dar continuidade ao 2º ciclo, mantendo os alunos no agrupamento.

A solução encontrada foi abrir o 5º ano na escola Eça de Queirós. Para a seriação dos alunos teve-se em conta o despacho de matrículas e a área de influência da escola básica Parque das Nações.

O sucesso da iniciativa e a satisfação dos alunos e respetivos encarregados de educação tem sido manifesta.